domingo, 22 de mayo de 2016


"El futuro pertenece a quienes creen en la belleza de sus sueños". Eleanor Roosevelt



La ley espiritual del menor esfuerzo nos dice que podemos hacer menos y lograr más; una idea que parece en desacuerdo con lo que a muchos de nosotros nos han enseñado. Nos han dicho que el éxito es el resultado de trabajo arduo, lucha y sacrificio. Hoy vamos a aprovechar el siempre presente flujo de facilidad natural que está disponible dentro de nosotros.
El universo tiene infinito poder organizador, y como seres conscientes, tenemos fácil acceso a ella simplemente al pasar tiempo en la quietud y el silencio. La misma conciencia que orquesta los ritmos innumerables del universo mora dentro de cada uno de nosotros. Al cultivar conciencia del momento presente y al estar abiertos a las miles de oportunidades en la vida, nos conectamos con nuestro poder para realizar nuestros sueños sin esfuerzo.
Deepak Chopra

sábado, 21 de mayo de 2016

SI PUEDES CONFIAR EN TU CAPACIDAD...SI. Poema de Rudyard Kipling.


SI

Puedes conservar tu cabeza, cuando a tu rededor

todos la pierden y te cubren de reproches;

Si puedes tener fe en ti mismo, cuando duden de ti
los demás hombres y ser igualmente indulgente para su duda;
Si puedes esperar, y no sentirte cansado con la espera;
Si puedes, siendo blanco de falsedades, no caer en la mentira,
Y si eres odiado, no devolver el odio; sin que te creas,
por eso, ni demasiado bueno, ni demasiado cuerdo;



SI

Puedes soñar sin que los sueños, imperiosamente te dominen;

Si puedes pensar, sin que los pensamientos sean tu objeto único;
Si puedes encararte con el triunfo y el desastre, y tratar
de la misma manera a esos dos impostores;
Si puedes aguantar que a la verdad por ti expuesta
la veas retorcida por los pícaros,
para convertirla en lazo de los tontos,
O contemplar que las cosas a que diste tu vida se han deshecho,
y agacharte y construirlas de nuevo,
aunque sea con gastados instrumentos!



SI

Eres capaz de juntar, en un solo haz, todos tus triunfos

y arriesgarlos, a cara o cruz, en una sola vuelta
Y si perdieras, empezar otra vez como cuando empezaste
Y nunca mas exhalar una palabra sobre la perdida sufrida!
Si puedes obligar a tu corazón, a tus fibras y a tus nervios,
a que te obedezcan aun después de haber desfallecido
Y que así se mantengan, hasta que en ti no haya otra cosa
que la voluntad gritando: ?persistid, es la orden!!?



SI

Puedes hablar con multitudes y conservar tu virtud,

o alternar con reyes y no perder tus comunes rasgos;
Si nadie, ni enemigos, ni amantes amigos,
pueden causarte daño;
Si todos los hombres pueden contar contigo,
pero ninguno demasiado;
Si eres capaz de llenar el inexorable minuto,
con el valor de los sesenta segundos de la distancia final;



Tuya será la tierra y cuanto ella contenga

Y -lo que vale más- serás un hombre! hijo mío!



Rudyard Kipling

Hable a tus células con cariño.







Hablando con tus células( poesía)

Si acaso, mi amigo, tu salud flaquea,
¡háblale a tus células con honda emoción!:

pídeles que cumplan bien con su tarea,
y que restablezcan su óptima función.



Dirígete a ellas de forma serena,
y con la inflexión que mejor te cuadre:
con el tono dulce de una madre buena…,
¡o con la firmeza con la que habla un padre!



Pero siempre hazlo de manera suave,
como si le hablaras al ser más querido,
¡porque en el amor reside la clave
para que el mensaje sea correspondido!



Y diles las frases que surjan de adentro,
las que más te nazcan desde el corazón:
“¡vuelvan, mis amadas, a su justo centro…,
recobren ya mismo su alta perfección!”



“¡Restauren ahora la exacta plantilla
de vuestro perfecto diseño inicial!”.
“Recuperen, niñas, la luz que más brilla:
¡la de vuestra impronta completa y cabal!”



“Las amo, pequeñas, y les agradezco
que aquí, en este instante, reciban mi amor,
y que restablezcan lo que me merezco:
¡que mi ser recobre todo su esplendor!”.



Cuando tú sostienes, con suave insistencia,
ese sentimiento de alta apreciación,
creas un efecto llamado “coherencia”
en el magnetismo de tu corazón.



Y como ese campo se halla conectado
con el vibratorio Campo Universal,
nos responde siempre… si le hemos hablado
con su propio idioma: el “emocional”.



Ellas, de ese modo, “captan” tu mensaje…,
perciben “la carga” que lleva tu acento,
y vibran felices de darle hospedaje
al amor que envías con tu pensamiento.



Y así, agradecidas de que al fin les hables
con tanta ternura, con tanta atención,
responden veloces a tu trato amable
apurando el curso de tu curación.



¡Háblales, amigo, con genuino afecto…,
y mientras les hablas, “siéntete” sanado,
saludable, fuerte, vital y perfecto,
con tu cuerpo entero todo iluminado!



¡Has que ese cariño se torne ostensible…,
has que lo transmita tu tono de voz…,
y te darás cuenta que no hay imposibles
para aquél que asume que es parte de Dios!




Jorge Yohnarte




miércoles, 20 de enero de 2016

Os Laços Afetivos

Criar intimidade entre si e outra pessoa não implica perder a sua noção de Eu nem diluir-se no outro. Para criar efetivamente laços com outra pessoa, ambos têm de manter a sua integridade e individualidade. Caso contrário, o resultado será uma amálgama disfuncional. Para estabelecer uma analogia com o corpo humano, as células dos olhos criam uma ligação entre si para permitir a visão. Cada célula tem de se articular com todas as outras e isso implica que cada uma delas mantenha a sua estrutura e função individuais ao serviço da operação mais complexa da visão. Quando estabelecemos laços com outros, estamos simplesmente a ser aquilo que somos enquanto partilhamos um objetivo ou atividade comuns.

É tão simples quanto isso. Talvez saia com um grupo de pessoas para garantir um parecer favorável na reunião da tarde e entretanto desenvolva um sentimento de camaradagem e acabem por ir jantar fora e partilhar as vossas histórias. Esta é uma experiência de criação de laços afetivos. Ao contrário de certos medos que possamos ter do que possa levar-nos a perder a identidade, a criação de laços afetivos saudáveis fortalece a nossa confiança e autoestima.

Deepak Chopra, in 'Deepak Chopra Responde: Tudo Sobre o Amor' 

O Espelho dos Relacionamentos


A ideia do espelho dos relacionamentos é que procuramos subconscientemente nos outros o que precisamos de ver e de compreender em nós mesmos de modo a alcançarmos a integridade, o equilíbrio e a cura. O outro é um espelho através do qual podemos perceber os aspetos da nossa personalidade em que precisamos de trabalhar. É por isso que, de um ponto de vista espiritual, é inútil tentarmos mudar o comportamento dos outros como base da nossa própria felicidade. É tão fútil como tentar transformar a nossa imagem através do reflexo no espelho ou mesmo trocando de espelho.

Quanto mais identificamos os outros como uma expressão do amor e não pelos seus comportamentos, mais fácil é evitarmos uma atitude defensiva e dar às coisas demasiada importância. Isso permite-nos ouvir, aprender e crescer através de todos os nossos relacionamentos, criando assim uma base mais profunda de amor e de ligação entre os seres humanos. É assim que usamos o espelho dos relacionamentos para crescer emocional e espiritualmente.
Um relacionamento pode perder o interesse pelas mais diversas razões. Talvez possa dever-se a um desejo subconsciente de a terminar ou porque já cumpriu a sua missão e agora ambos estão preparados para algo mais.

Deepak Chopra, in 'Deepak Chopra Responde: Tudo Sobre o Amor' 


lunes, 14 de septiembre de 2015

 As 4 Leis Espirituais na India.



As 4 Leis Espirituais na India
1.ª - Lei espiritual diz: " a pessoa que chega em nossas vidas é a pessoa certa"

(Isto quer dizer que ninguém está em nossa vida por casualidade, todas as pessoas em nosso entorno, que se relacionam conosco, estão aí por alguma razão, para nos fazer aprender e avançar em cada situação)

2.ª - Lei Espiritual diz: "o que nos acontece é a única coisa que podia ter nos acontecido"

(Nada, mas nada mesmo do que acontece em nossas vidas poderia ter sido de outra maneira...)

3.ª - Lei Espiritual diz: "começar a qualquer momento, este é o momento certo"

(Tudo começa na hora certa, nem antes nem depois. Quando estamos preparados para o novo entrar em nossas vidas, é bem aí que começará...)

4.ª - Lei Espiritual diz: "quando algo termina, termina"

(Simples assim: se algo terminou em nossas vidas é para a nossa evolução, portanto é melhor deixar ir e seguir adiante já enriquecidos com essa experiência).

Namastê,

miércoles, 1 de julio de 2015

O amor não é um simples impulso; ele deve conter a verdade, que é lei. — Rabindranath Tagore

A mecânica da evolução é a mesma do amor. Fomos concebidos como um pensamento de amor e desejo, que se converteu em material genético. Quando éramos recém-nascidos, o mesmo amor nos nutriu, e os primeiros pensamentos próprios a nosso respeito eram tão interligados ao amor de nossa mãe que não havia vestígio de separação. Se a força do amor pode conceber a vida, nutri-la e dar-lhe identidade, então ela deve fazer parte da inteligência que somos nós.

A mente consciente é aquela que continua a utilizar a inteligência com amor. Ela pode até mesmo experimentar o amor puro. Em qualquer idade e lugar, os relatos dessas experiências são inegavelmente semelhantes. Eles invariavelmente descrevem uma força motriz primordial, ao mesmo tempo dinâmica e onipresente, que não pode ser separada da “totalidade”. Os poucos que experimentaram o amor puro são os guias da humanidade.

Esse mesmo guia está presente nas células, e, literalmente, não somos capazes de ter vida consciente ou impulsos de inteligência sem consultá-lo. O amor guia a inteligência. E como a linha que não podemos soltar por sermos parte do novelo da evolução. Essa linha nos conduz ao universo através dos pensamentos. Todos carregam esse fio no DNA. Nos momentos de atenção plena, sentimos o amor como o cordão suave da evolução. Ele permite que a vida siga em frente apenas por querer seguir adiante. Nesse sentido, a evolução não é uma força implacável, mas a sequência de desejos inocentes.

O amor é inocente e direto. Ele se deleita com o que vê e, quando puro, não reconhece objetivo que supere o deleite. Por isso a consciência inocente de outras pessoas é tão poderosa e exerce tanta transformação — ela é amor. A simples percepção de que o amor permeia toda a natureza — fenômeno básico da experiência de êxtase — torna a vida criativa. A um simples toque de amor, toda a matéria-prima da vida se molda a um propósito. O amor é uma força criativa, e, por meio da criatividade, buscamos alegria e imortalidade.

A mais forte convicção do amor é a unidade. A mente pode ser controlada para vislumbrar a totalidade num flash, mas ela existe no dia-a-dia. Todos amam a própria casa, os filhos, o jardim, mas esse sentimento pode ser traduzido de outra forma: “Amo este universo, ele é meu”. Essa ideia foi muito bem expressa por Satchidananda:

Um dia, trabalhando no campo, machuquei o dedo. Podia ter ignorado o fato, mas limpei e protegi o ferimento. Se não tivesse cuidado da ferida, o dedo teria inflamado, e todo o corpo sofreria. Do mesmo modo, se sentimos que somos parte do corpo cósmico, do universo, como podemos deixar de amar suas outras partes?

Esse raciocínio simples demonstra a necessidade de se colocar a vida em um plano superior. Se as diferenças são uma ilusão produzida pela cabeça, o reconhecimento da realidade da igualdade restaura a realidade. O amor restaura a realidade. Satchidananda continua:

Quando você sentir que é parte do todo, que pertence ao todo, e que o mundo inteiro lhe pertence, vai amar, e esse amor trará a cura […] Ninguém pode curar sem o amor universal. Se você perceber que não é apenas um indivíduo, mas parte do universo, não terá medo de ninguém. O homem sem medo vive para sempre, e o que tem medo morre a cada dia, a cada minuto.

Faz diferença pensar que se faz parte do universo? Se essa ideia for apenas racional, acho que não. E preciso haver a verdadeira “percepção”.

Um dos mais audaciosos pensadores da vanguarda da “nova física”, David Bohm, propõe a consciência da unidade como hipótese científica. Ele cunhou a expressão ordem implícita, e a usou para inter-relacionar todos os eventos físicos do universo, de modo que o estudo detalhado de cada um, em tese, esclareceria os outros. Isso significa que as pessoas entram em contato com a realidade universal quando têm experiências místicas ou quando amam. Nesses momentos, unem-se aos outros no nível da consciência unificada. Bohm descreve o fenômeno:

Mesmo que uma centena de pessoas fossem capazes de perceber o estrato mais profundo da realidade e se conectassem à mente coletiva, o ego desapareceria, e elas formariam uma consciência única, do mesmo modo que as várias partes de uma pessoa altamente integrada formam uma totalidade.

A nova física também sugere que o universo — o corpo cósmico — era e será sempre um todo. E possível que a ciência acabe concluindo que as correntes de matéria e energia simplesmente não são reais, ou que sejam uma realidade de segunda linha, quando comparadas à ordem que unifica o todo.

Até onde a sabedoria humana conseguiu expressá-la, a realidade da “totalidade” é o amor. A descoberta da ordem implícita na natureza e em nós mesmos não é casual. A ciência vem comprovando aquilo que as pessoas sensíveis encontram na própria consciência: “Estamos dentro da verdade e não podemos fugir dela”, segundo os termos de Merleau-Ponty. O homem que verdadeiramente acredita no “meu universo” o verá como um universo de pura inteligência guiada pelo amor.

Esses são sentimentos inspiradores; eles podem ser encontrados no discurso de todos os santos de todas as religiões. É possível concordar com eles e até mesmo levá-los a sério, mas quem é capaz de usá-los?

O amor precisa ser cultivado em toda a sua extensão. Quando flui sem esforço das profundezas do self, ele gera a saúde. As crianças privadas do calor materno só podem ser curadas com amor e compaixão. Seu corpo é capaz de reverter anos de carência afetiva se o contato com o amor for renovado. Nesse sentido, o amor é muito prático. Ele começa a agir logo que tomamos consciência de sua presença.

As pessoas amorosas e compassivas — cuja inteligência é usada com amor — são geralmente as criaturas mais felizes e saudáveis. Elas sempre lhe dirão que, em última instância, seu amor é egoísta, pois as restaura e renova a cada dia. Quando a vida é plena, é só amor, e quando a consciência é plena, cria apenas amor. Todo impulso de inteligência começa sua jornada como amor e nada mais.

Se colocarmos nossa vida em um plano superior de consciência, vamos entender a simplicidade do amor. E ele não será pensamento, esperança, sentimento ou sonho. Ele será parte de nós, um sopro de vida.

Depack Chopra